domingo, 9 de novembro de 2008
Reflexões
(DAISETZ, 2003)
"O caminho do meio está onde não há nem meio nem dois lados. Quando estais escravizados ao mundo objetivo, tendes um dos lados. Quando estais com a mente perturbada, tendes o outro. Quando nenhum desses lados existe, não há a parte do meio, e portanto aí estará o caminho do meio." (SUZUKI, 2003)
sábado, 8 de novembro de 2008
Como pode?
Quem sabe uma soneca não me recompõe?
Tô amarga.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Liberdade
A situação virou uma miscelânea. Tudo bem, a evolução acontece a todo momento, o mundo gira, a ciência avança... Mas ainda acredito que algumas bases das relações interpessoais não podem ser estraçalhadas com a facilidade em que se observa.
Hoje fiquei surpresa, e depois feliz, ao saber de uma separação. Não é a melhor situação que existe, longe disso. Mas quando um enlace fica corrompido por descaso, distância (não a física, a afetiva!), desconfianças e eminentes farsas, por mais tradicional que a mentalidade familiar seja, por mais tempo o casamento tenha perdurado, a separação é a chave para a libertação. É a recuperação dos princípios, do amor-próprio. Um presente para a alma.
Porque é melhor ser triste por alguns meses que ser infeliz para todo o sempre.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Sinapses múltiplas e infinitas
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Eu escrevo...
Clarice Lispector
domingo, 2 de novembro de 2008
Quintana II
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa."
Quintana
"Da observação
Não te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio..."
na solidão na penumbra do amanhecer.
Via você na noite, nas estrelas, nos planetas,
nos mares, no brilho do sol e no anoitecer.
Via você no ontem , no hoje, no amanhã...
Mas não via você no momento.
Que saudade..."
Platônica sim!
Pra quê me iludir/enganar desse jeito?
Viver num mundo paralelo?
Autopiedade?
Autoflagelação?
Burrice.
Mas fala pra eu mudar de idéia. Custa...