sábado, 12 de setembro de 2009

Olhos miúdos!

O primeiro comentário de quem me viu essa semana foi sempre: "Seu olho tá miudinho! Tá com sono?" E a resposta é aquele sorriso amarelo, e uma longa piscadela acompanhada de um suspiro. A verdade é que sim, estou com sono. Ando dormindo tarde, mal e descontinuadamente. Pode parecer exagero, mas sim, estou muito sensível e um pouco triste. Mas vai passar.
Tem gente torcendo por mim.

Sem mais.


Todo sopro que apaga uma chama, reacende o que for pra ficar...
(autor desconhecido)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Somatize!


Experimente ficar insuportavelmente irritada. Associe com telefones que não atendem.
É legal ver como a somatização é interessante... Uma associação perfeita de torcicolo, enxaqueca, aumento dos movimentos peristálticos (vulgo diarréia!), gastrite, insônia, taquicardia e sudorese.
Lindo ver como o corpo humano é perfeito. E os humanos (no masculino) imperfeitos.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Grande dia!!

Conhece a expressão "ou vai ou racha"?? É essa expressão que descreve meu dia amanhã.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Tudo entalado na garganta...

Sabe quando dá vontade de explodir, falar o que deve e o que não deve, sem filtro algum? É o que eu mais queria agora. Mas as rédeas sociais me impedem de ferroar quem eu gostaria. Ou seria eu mesma quem anda dando nós demais nas rédeas?
Eu não era de falar e sofria... Passei a falar demais, me libertei e aprendi a dosar o que dizer. É fato, nem sempre consigo falar só (ou tudo) o que devo. E às vezes choro.
Fato é que, desde uma sexta fatídica em que não houve saída e sim estresse e incerteza, venho inconscientemente engolindo alguns sapos que não devia.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Foi uma nuvem que passou...

Lágrimas, tormentos
Quantas desilusões
Foram tantos sofrimentos e decepções

Mas um dia o destino a tudo modificou
Minhas lágrimas secaram
Meus tormentos terminaram
Foi uma nuvem que passou
Minhas lágrimas secaram

E hoje a minha vida é um carrossel de alegria
E como se não bastasse
Estou amando de verdade
Me perdoa se eu me excedo em minha euforia
Mas é que agora sei o que é felicidade
(M.M.)

domingo, 2 de agosto de 2009

Everlong...


Há algum tempo já venho pensando, tentando e nunca conseguindo escrever sobre a os relacionamentos na atualidade. Não só os meus, digo em geral. São voláteis, rápidos, quase instantâneos, intensos e superficiais, sexuais e descomprometidos.
Mas nesse maremoto de ondas cerebrais que não me deixam dormir, é inevitável escrever sobre como algumas experiências levam a mudanças. Quem diz ser imutável, se engana. Quem diz que tudo muda, também. E de repente vejo que o que passou me fez assim...

Aos 15, procurava um príncipe encantado que pudesse me beijar. Julgava a infidelidade o pior ato do mundo e o mais imperdoável. Acreditava no amor eterno e no casamento como o caminho inevitável e nem por isso menos sonhado. Juraria amor eterno.
Tive desilusões, espalhei beijos por alguns lábios, fui desejada, amei e não fui amada... Aprendi como me divertir, como me comportar e como é gostoso ser jovem... Encontrei um grande amor. Fui amada e amei como nunca, vivi uma história linda que toda menina de 20 anos sonharia. Fiz planos, refiz, fui feliz e muito. Mas aos poucos fui iludida, enganada, traída. E perdoei, sofri e tentei como nunca, mas precisava de amor próprio e consegui encerrar um ciclo, diante de tantos problemas... Arrependi e vi que não precisava arrepender.

Quis me cicatrizar, acho que amei, fui intensamente feliz e fiz feliz... Quis conhecer o sexo casual e ver como me sentia. Vivi uma estória de muitos encontros e desencontros entremeada por outras estórias de importâncias variadas... Fui correta, fui a errada, mas nunca infiel, afinal... Busquei novos amores, fui cega, sorte que por pouco tempo. Chorei incansavelmente. Corri atrás e vi que era o jardim é que não estava florido o suficiente para que as borboletas se aproximassem. E vi que existem pragas que destroem a beleza das flores. Tive intimidades sem as tê-las de fato, inventei um castelo que nunca existiu, mas que cheguei a acreditar nele como real.

Penso nos encontros fortuitos que tive nestes últimos 2 anos e que me fizeram tão felizes. Os conceitos imutáveis mudaram, não juro nem prometo. Não me imponho regras, e quando elas insistem em persistir me confundo. Se antes o sexo era teoricamente só após o casamento, ele passou a ser no namoro, depois fora dele... e quando há namoro sem sexo antes tudo parece ser estranho. Acostumei-me a ser esquecida, e quando sou lembrada não sei se creio. Continuo acreditando na fidelidade, mas já vi exemplos de fidelidade infiéis. Já desfaleci por ciúmes, outras vezes o desleixo surpreende...

E num súbito... Eis a situação. Tudo tão diferente!... E às vezes um pouco igual. E novamente o conflito interno... Uma explosão de medo, insegurança, insensatez e curiosidade. Minha vontade era falar um monte de coisas... Mas ainda não consigo.
O coração não acelera, a razão o freia... enquanto isso procuro os sonhos em meio às letras do teclado.

sábado, 1 de agosto de 2009

Deu um nó!

Quero, não quero... nem sei mais. A noite da "retomada" foi boa. Gerou uma noite e uma semana de diversão, festas e muitos amigos. E um namorado. Namorado?
Era o que eu queria, do jeito que eu queria, mas mesmo assim não sei se quero.
Deu uma dúvida imensa agora se deveria ter falado sim.
Vai me entender.